Pesquisadores da Escola de Gestão da Universidade de Binghamton mostram como as empresas criam mais valor por meio da colaboração entre humanos e robôs.
No ano passado, quando o The New York Times reportou que o objetivo final da equipe de robótica da Amazon era automatizar 75% das operações da empresa, substituindo mais de meio milhão de empregos humanos na tentativa de repassar as economias de custo para os clientes, foi um lembrete contundente do papel cada vez maior dos robôs em remodelar o local de trabalho americano.
Enquanto isso, na fábrica de automóveis da Hyundai na Geórgia, mais de 1.000 robôs trabalham ao lado de quase 1.500 funcionários humanos.
Mas, como uma nova pesquisa envolvendo a Escola de Gestão da Universidade de Binghamton descobriu, as empresas podem correr o risco de perder sua vantagem competitiva ao dependerem muito da substituição de trabalhadores humanos por robôs, uma vez que os concorrentes poderiam seguir facilmente pelo mesmo caminho. Em vez disso, os pesquisadores determinaram que as empresas poderiam gerar mais valor focando na colaboração entre humanos e robôs, amplificando seu capital humano existente em recursos difíceis de imitar.
Os resultados podem aumentar a lealdade dos funcionários, pois mostram que a empresa está fornecendo suporte adicional para o trabalho em desenvolvimento.